Don't cut my hands
quarta-feira, 29 de maio de 2013
terça-feira, 13 de novembro de 2012
As horas passam desleixadas e quando se vê, passou-se um ano. Nesse meio tempo acabam-se as flores, os rumores, alguns amores. E nas ruas da vida, passam pessoas, umas que vem pra ficar, outras só por passar, algumas só pra cantar. Foi em alguma dessas horas ou ruas que passou alguém, que veio pra ouvir meu silêncio e eu não contente, passei a ouvir o silêncio dele também.
Madrugadas a fio, em devaneios, lucidez, sorrisos e prantos, criamos vínculos, arrastamos e guardamos lembranças em retratos, em papeis velhos, chamados de alma. Somos seres ilimitados a ser, ilimitados a sentir, portanto, não me limitarei a lhe demonstrar, tantas e tantas vezes, quão importante é você pra mim, quanto suas palavras me confortam, quanto seus olhares me desviam da realidade e que depois de tantas horas e dias, impregnou em nós uma marca, a amizade.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Soluços em meio a um pranto tão melancólico e tão desconhecido, mas não sei de onde vêm. A única coisa de que me lembro é da viagem pelas estradas de Colorado e suas montanhas. E de repente este lugar me aparece com tantas flores e um céu de incrível azul, nem mesmo lhe sei o nome ou se há outro ser além de mim, mas seu silêncio me traz algo inexplicável, incrivelmente encantador. Sinto-me livre.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Estranho Viajante
Sua presença se impõem, ela chega e sai me arrastando, por vastas paisagens, daquelas que nunca havia visto. É inesperado que seja assim tão diferente, fora de minha compreensão e que me cause tantos psicodélicos sentimentos. Um estranho viajante com uma mochila nas costas, um forasteiro que passa na pequena cidade, assim me sinto, saindo de um lugar para outro.
sábado, 28 de abril de 2012
Chove lá fora, tento me aconchegar na cama, inútil, de repente a chuva acaba me lembrando você, me nego a pensar que fui traída por meus pensamentos,
tento te dissipar de minha mente, mas agora já é tarde, todo o meu
esforço para esquecer, jorrado em instantes, ainda tento relutar, não
adianta, parece que você quer ficar, quer me torturar um pouco mais, tudo bem, eu me rendo, me deleito
em memórias doces e beijos quentes, seus suaves carinhos e doces
palavras, sei que depois que acordar a dor de não te ter aqui vai
voltar, atormentar, mas nem assim eu me preocupo, deixo você entrar, voltar…
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